
Atividades Legais de Brincadeiras Folclóricas na Educação
- Flavio Aoun
- 29 de dez. de 2025
- 11 min de leitura
Cresci cercado de músicas, histórias, danças e risos compartilhados nos quintais de minha cidade. As primeiras experiências que tive com o folclore brasileiro foram através de rodas de crianças, batuques improvisados e brinquedos feitos de sucata. Posso garantir: as experiências lúdicas com as culturas populares deixam marcas profundas, cheias de alegria e aprendizado. Levar as riquezas do nosso folclore para a educação é criar um universo de novas possibilidades, onde brincar, experimentar e aprender caminham juntos.
Neste artigo, quero compartilhar ideias e exemplos inspiradores de brincadeiras folclóricas para serem vivenciadas em escolas, festas, eventos e até mesmo em casa. Vou explicar como atividades baseadas em referências como Cacuriá, Ciranda, Coco e Carimbó desenvolvem a expressão, coordenação, socialização e criatividade de crianças e adultos. Também trago sugestões práticas para musicalização, oficinas de brinquedos recicláveis e contação de histórias, adaptáveis a qualquer faixa etária. Vamos mergulhar nessas estratégias?
Por que trazer o folclore brasileiro para a educação?
O folclore é uma das formas mais bonitas de transmitir saberes, valores e histórias entre gerações. Quando proponho atividades baseadas nele, percebo que as crianças (e adultos) se encantam facilmente pelo ritmo das cantigas, pelo equilíbrio dos movimentos em roda e pelo desafio criativo de construir brinquedos a partir do cotidiano.
Inserir vivências folclóricas no ambiente educacional é uma forma de valorizar a cultura local, combater o preconceito e estimular a imaginação. Cada tradição, cada verso cantado tem o poder de aproximar, fazer rir e provocar reflexões profundas, mesmo entre os mais novos.
Promove integração entre diferentes idades e perfis
Desenvolve coordenação motora e senso rítmico
Estimula criatividade e linguagem
Fortalece vínculos afetivos e identidade cultural
Pode ser adaptado para pessoas com ou sem deficiência
Recentemente, ao preparar uma oficina de folclore em uma escola, pedi que os alunos compartilhassem alguma brincadeira aprendida com os avós. Surgiram relatos de cantigas, parlendas e brinquedos construídos com garrafa pet. O brilho nos olhos e o orgulho com que falavam mostraram a força dessa herança.
Impactos das brincadeiras folclóricas no desenvolvimento infantil
Nas rodas de coco, nas cirandas e nas oficinas de brinquedos, vejo crianças superando a timidez, formando amizades e experimentando novos desafios motores. O papel do folclore na infância vai além do entretenimento.
Atividades baseadas nas nossas manifestações populares alinham ludicidade com crescimento físico, intelectual e socioemocional.
Vou detalhar como tudo isso se desdobra na prática:
Coordenação motora e consciência corporal
As danças em roda e os jogos de movimento trabalham tanto a motricidade fina quanto grossa. Pular, rodar e marcar ritmos desenvolve equilíbrio, orientação espacial e agilidade. Recordo das crianças que, depois de algumas sessões de Cacuriá, já estavam mais confiantes ao saltar ou girar.
Criatividade, linguagem e expressão
Contar histórias populares, inventar versos ou imaginar brinquedos feitos com tampinhas e rolos de papel são convites eternos ao pensamento criativo. Já testemunhei uma turma reinventando uma lenda amazônica enquanto encenava com bonecos reciclados. Isso não só amplia o vocabulário, mas também estimula a expressão oral e gestual.
Interação social e inclusão
Brincadeiras folclóricas normalmente pedem rodas, filas, duplas e trocas de papéis. Ensinar a esperar, a colaborar e a respeitar o espaço e o ritmo do outro faz parte do processo. Um ponto que considero extraordinário é a facilidade de incluir crianças com necessidades especiais nessas dinâmicas, pois as adaptações são simples e o foco está na experiência coletiva, não no desempenho individual.
Brincar junto aproxima até quem é diferente.
Formação de valores: identidade, respeito e equidade
O contato com o folclore mostra a riqueza de origens do nosso povo. Nas rodas de conversa após as atividades, surgem temas como ancestralidade, diversidade e respeito pelo próximo. Estudos como aquele publicado na Revista Contexto & Educação reforçam que as experiências lúdicas contribuem para a construção de valores de igualdade e inclusão de gênero já na primeira infância.
Como preparar oficinas folclóricas para diferentes idades
Cada faixa etária traz desafios e necessidades singulares. Com o tempo, aprendi que adaptar as atividades folclóricas é tão rico quanto apresentá-las em sua forma tradicional.
Para bebês e crianças pequenas
Com crianças menores, os estímulos sensoriais precisam ser leves e contínuos. Sugiro sempre começar com músicas de ritmo marcado, repetições simples e muitos gestos.
Músicas de embalar com parlendas ("Boi da cara preta", "A canoa virou")
Movimentos suaves de roda ou balanço
Instrumentos feitos de garrafa pet com grãos
Brinquedos que emitem sons leves (chocalhos de tampinhas ou latinhas revestidas de tecido)
Para crianças da Educação Infantil e séries iniciais
Aqui, os desafios motores podem aumentar, assim como a complexidade das atividades. As dinâmicas podem ser apresentadas em oficinas temáticas, com um momento de musicalização, um de construção de brinquedos e outro de contação de histórias.
Jogos de roda como Ciranda e Coco
Histórias de assombração e personagens folclóricos (“Saci-Pererê”, “Curupira”, “Iara”)
Oficinas de pipa, peteca ou bonecos de pano
Nessa fase, vejo que os pequenos gostam de reinventar regras, acrescentar versos ou mesmo transformar a história do personagem, promovendo ainda mais a participação ativa e a colaboração entre as crianças.
Para adolescentes e adultos
Com os maiores, vale a pena propor outras dinâmicas e reflexões. Gosto muito de rodas de conversa sobre as origens culturais das brincadeiras, além de oficinas de musicalização mais elaboradas, explorando instrumentos regionais.
Oficinas de ritmos de Carimbó, Cacuriá ou Coco
Criação de teatro de sombras adaptando lendas
Desafios para construir instrumentos musicais como ganzá, reco-reco e maracá
Discussões sobre diversidade cultural e preconceitos
Adaptar o conteúdo conforme o público não compromete a essência do folclore, mas sim amplia o seu alcance e significado.
Dicas práticas para integrar contação, música e reciclagem
Em minhas oficinas, gosto sempre de unir várias linguagens: oral, musical, gestual e visual. O resultado é um ambiente envolvente onde cada um encontra seu espaço para participar.
Aqui estão caminhos testados e aprovados por mim:
Contação de histórias folclóricas
Monte um cantinho com almofadas e objetos que remetam à cultura popular (lenços, chapéus de palha, fitas coloridas)
Escolha lendas e causos regionais que dialoguem com a realidade das crianças
Envolva os ouvintes com músicas, refrões repetidos e instrumentos simples (pandeiros, chocalhos)
Proponha encenações rápidas ou criação de finais alternativos para as histórias
Contar histórias inspira a imaginação coletiva e desperta a curiosidade sobre nossas origens.
Musicalização com ritmos folclóricos
Explore palmas, estalar de dedos ou pés batendo no chão para marcar o ritmo
Use instrumentos caseiros feitos com latas, arroz, tampinhas e potes plásticos
Ensine músicas de roda típicas e desafie os alunos a criarem novas versões
Promova desafios de seguir o ritmo ou inverter movimentos, estimulando atenção e coordenação
Construção de brinquedos recicláveis
Organize uma coleta de materiais como garrafas, tampinhas, caixas de leite, rolos de papelão e jornais
Sugira modelos tradicionais: pipa, peteca, pé de lata, bilboquê, vaquinha de latão
Estimule que cada criança personalize seu brinquedo, contando a história dele
Incentive a criação coletiva, propondo a montagem de instrumentos grandes, como um tamborzão de balde
Quando a criança cria seu próprio brinquedo, ela se torna autora e parte da brincadeira.
Exemplos práticos de atividades folclóricas lúdicas
Agora vou detalhar algumas atividades que já realizei e que sempre funcionam, tanto em escolas quanto em eventos culturais ou festas de aniversário.
Ciranda adaptada para todas as idades
A Ciranda é uma das atividades folclóricas mais conhecidas do Brasil. Sua simplicidade ajuda muito a adaptar para diferentes públicos. Em uma roda, todos dão as mãos e cantam, alternando direção e velocidade de acordo com a música.
Experimente as seguintes variações:
Trocar a letra da música para incluir nomes dos participantes
Adicionar etapas: rodar agachados, pular com um pé só, fingir animais típicos do folclore
Convidar pais ou responsáveis para entrarem na roda junto com as crianças
Reduzir ou ampliar o tamanho da roda, criando uma mini-ciranda para bebês ou uma grande, em festas
A cada nova versão, observo as crianças se soltando, criando cumplicidade com o grupo e se divertindo à própria maneira.
Oficina de coco: ritmo, coordenação e cultura
O Coco de roda é tradicional do Nordeste e envolve canto, percussão e passos marcados. Utilizo baldes, latas e tambores improvisados. Cada participante aprende uma sequência de palmas e batidas no instrumento, acompanhando o canto.
Sugestão de dinâmica para a oficina:
Dividir a turma em dois grupos: um inicia o canto, outro responde com refrão
Adicionar instrumentos a cada estrofe (quem não está no grupo de canto, toca o ritmo)
Incentivar que cada um invente um passo simples para ser incluído
Fazer desafios de improvisação, trocando papéis dos participantes
Coco de roda não é só música, é exercício de memória, ritmo e escuta ativa.Carimbó: dança, confecção de saias e expressão corporal
O Carimbó, originário do Pará, envolve movimentos circulares e saias coloridas que giram ao vento. Já conduzi oficinas em que, antes da dança, as crianças ajudavam a confeccionar pequenas saias e acessórios com TNT, fitas e retalhos de tecido.
Crie uma roda e ensine os passos básicos (balanço de quadris, giros, trocas de lugar)
Monte um mini ateliê para produção das saias, explicando a relação delas com a dança
Abra espaço para improvisação de passos e criação de novas “coreografias” em grupo
Proponha momentos em que cada criança apresenta sua roupa e inventa um nome para si, inspirado nos personagens folclóricos
Esse tipo de atividade envolve tanto meninos quanto meninas e pode ser adaptado para eventos temáticos, com pais e professores participando da roda.
Cacuriá: musicalidade, ritmo e brincadeira cooperativa
O Cacuriá, típico do Maranhão, é conhecido por seus batuques e brincadeiras que misturam canto, percussão e coreografias alegres. Em oficinas, oriento as crianças a criarem instrumentos com latas e encherem com arroz, feijão e tampinhas. Depois, ensinamos os refrões e passamos aos movimentos, geralmente em duplas ou pequenos grupos.
Ensine um refrão simples e repita várias vezes até todos participarem
Troque instrumentos e propostas de movimento (marcar pulos, caminhadas sincronizadas, etc.)
Permita que os participantes sugiram variações no ritmo
Após a atividade, promova roda de conversa sobre a história do Cacuriá e sua função social
A musicalidade do Cacuriá traz alegria contagiante e exercita o trabalho em equipe.
Brincadeiras folclóricas para festas e eventos
Percebo que muitas famílias e escolas buscam ideias para tornar festas mais interativas. Os jogos folclóricos são alternativa perfeita. Com poucos materiais, é possível criar circuitos de desafios, competições saudáveis e até teatro de fantoches.
Corrida do saco adaptada: usando sacos coloridos feitos de retalhos ou tecidos reciclados
Bilboquê criativo: palitos de sorvete e tampinhas de garrafa amarradas
Teatro espontâneo de lendas: bonecos de colher de pau, papelão e tintas
“Pega-lenço” temático, com lenços artesanais produzidos pelos próprios participantes
Estação de construção de brinquedos com competição leve (quem faz a peteca que voa mais longe?)
Já vi festas de aniversário dedicadas ao folclore, onde cada criança saía levando o brinquedo que criou. O entusiasmo dos pequenos e dos adultos, envolvidos nos jogos, provam que a convivência, o aprender junto e o respeito às diferenças podem, sim, começar pelo brincar.
Materiais simples para oficinas criativas
Nada de gastos altos. Um dos grandes trunfos das propostas folclóricas é valorizar a simplicidade e a criatividade. Sempre sugiro, nas escolas e espaços culturais onde passo, que famílias, alunos e equipe pedagógica tragam materiais do cotidiano, lavados e limpos, para compor as oficinas.
Potes plásticos e tampinhas de diferentes tamanhos
Caixas de leite vazias, cortadas e limpas
Sacos de papel e retalhos de tecido
Latas, rolos de papelão, jornais e revistas usadas
Elásticos, barbante, fita adesiva, cola e tesoura sem ponta
Grãos como arroz, feijão e milho para instrumentos sonoros
Fitas coloridas (reutilizadas de presentes)
Reaproveitar materiais é não só uma ação ecológica, mas também pedagógica. Vejo crianças valorizando mais seus brinquedos quando participam desse processo de criação.
Como adaptar dinâmicas para a sala de aula e ambientes virtuais?
Recentemente, acompanhei o desafio dos professores em tempos de ensino híbrido e remoto. Atividades folclóricas também se adaptam a esses cenários! O segredo está em propor tarefas criativas, que possam ser feitas em casa, e promover pequenos encontros virtuais para compartilhar resultados.
Desafios para construir brinquedos com o que houver disponível em casa (com a família documentando em foto ou vídeo)
Vídeos curtos de contação de causos, enviados pelos próprios alunos
Rodas de música e jogos de rima em plataformas de videoconferência
O reconhecimento das raízes culturais proporciona pertencimento, mesmo quando a interação ocorre a distância.
O artigo atividades folclóricas para a educação também traz boas práticas de adaptação para sala de aula. Recomendo, especialmente, para educadores que procuram ideias básicas para iniciar.
Dicas de adaptação para inclusão e acessibilidade
Em meus anos de atuação, percebi que o universo do folclore acolhe bem todos os tipos de corpo e condição. Para garantir a inclusão:
Use instrumentos de diferentes tamanhos e pesos, pensando em quem tem limitação de força ou mobilidade
Amplie o tempo das atividades para quem precisa de ritmo mais lento
Explique as regras oralmente e com apoio visual, ou até em Libras
Adapte a altura dos brinquedos (pé de lata mais baixo, por exemplo)
Inclua sempre momentos em duplas ou grupos de apoio mútuo
É tocante ver turmas que celebram juntos cada conquista, sem exclusão. O resultado são memórias afetivas fortes e maior autoestima para todos.
Avaliação: como medir o impacto das atividades folclóricas?
O que observo nas oficinas é que as transformações mais significativas vêm do sorriso aberto, do olho que brilha e da vontade de participar. Mas há, sim, formas mais palpáveis de medir o efeito das dinâmicas folclóricas:
Observação de avanços na interação social – crianças que antes eram tímidas, agora liderando dinâmicas
Evolução da coordenação motora fina e grossa, evidenciada nos jogos corporais
Maior participação em apresentações orais e rodas de conversa
Brinquedos produzidos ganhando espaço no cotidiano escolar
Crescimento do interesse sobre costumes, palavras e músicas regionais
Sugiro registrar breves vídeos, áudios e fotos das atividades para analisar antes e depois, além de coletar depoimentos das famílias sobre mudanças em casa.
Os estudos sobre o brincar e equidade reforçam que práticas lúdicas folclóricas não apenas desenvolvem habilidades técnicas, mas constroem valores sociais para a vida.
Referências para criar oficinas criativas com cultura popular
Pesquisei bastante nos últimos anos e reuni boas fontes de ideias, relatos e métodos de adaptação. Recomendo a leitura de referências como:
Ideias de oficinas recreativas com cultura popular (aborda sugestões simples para escolas e festas)
Motivos para aprender sobre o nosso folclore (fundamentação histórica e social)
A importância do brincar na infância
Buscar diferentes fontes é uma forma de enriquecer as atividades e ampliar as possibilidades de adaptação junto aos alunos.
Conclusão
Minha experiência mostra que as vivências inspiradas nas brincadeiras folclóricas são inesquecíveis, estimulantes e profundas. Proporcionar atividades acessíveis, lúdicas, com música, histórias e brinquedos feitos de materiais simples transforma qualquer ambiente educativo em um espaço de descobertas e celebração das nossas raízes.
O folclore na educação não é só tradição: é ferramenta viva, que fortalece autoestima, diversidade e criatividade em qualquer idade. Se você busca dinâmicas para festas, salas de aula, projetos culturais ou momentos em família, experimente as sugestões aqui citadas. Tenho certeza de que o resultado será alegria, encantamento e o despertar do orgulho por nossa cultura brasileira.
Perguntas frequentes
O que são brincadeiras folclóricas na educação?
Brincadeiras folclóricas na educação são atividades baseadas em tradições, danças, músicas, lendas e brinquedos típicos da cultura popular brasileira. Elas utilizam jogos como ciranda, cacuriá, coco e carimbó para ensinar valores, estimular coordenação e promover o contato com a história e diversidade do Brasil. Essas atividades podem ser adaptadas para todas as idades e são ferramentas importantes para o desenvolvimento social, motor e emocional das crianças e adolescentes.
Quais atividades folclóricas são mais legais?
Em minha opinião, algumas das atividades folclóricas mais interessantes e dinâmicas incluem a roda de ciranda, oficinas de criação de brinquedos reciclados (como peteca, pipa e bilboquê), danças como o cacuriá e o carimbó, e a contação colaborativa de lendas populares. O mais legal dessas vivências é que elas ajudam na integração, no respeito às diferenças e estimulam a criatividade de todos os envolvidos.
Como aplicar brincadeiras folclóricas em sala?
Para aplicar brincadeiras folclóricas na escola, sugiro criar oficinas temáticas, começar pela musicalização com cantigas populares, promover rodas de conversa sobre lendas e incentivar a criação de brinquedos com materiais recicláveis. Mudar a dinâmica, variar instrumentos e valorizar a voz dos alunos facilita a participação e o interesse em todas as faixas etárias. É possível também adaptar as atividades para espaços pequenos ou atividades online, pedindo o envolvimento da família.
Por que escolher atividades folclóricas para crianças?
Escolher atividades inspiradas no folclore oferece benefícios como desenvolvimento da coordenação motora, criatividade, autoestima, respeito à diversidade e senso de pertencimento cultural. Além de brincar, a criança aprende valores e histórias do nosso povo, amplia seu repertório expressivo e constrói memórias afetivas que duram a vida toda.
Onde encontrar sugestões de atividades folclóricas?
Existem diversas fontes confiáveis para encontrar ideias de oficinas folclóricas, como portais educativos, livros de cultura popular e relatórios de experiências de professores. Na internet, textos como este sobre oficinas recreativas de cultura popular ou artigos sobre atividades lúdicas e arte na recreação infantil apresentam sugestões práticas para diferentes contextos. O importante é adaptar as dinâmicas à realidade de cada grupo, tornando a vivência sempre inclusiva e divertida.








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